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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

ANJO NEGRO EM APUROS NA GÁVEA


O atacante rubro-negro Obina sofre com a escassez de gols na temporada e a pressão da torcida rubro-negra


O casamento entre a torcida do Flamengo e Obina, definitivamente atravessa uma grave crise. O ápice desta contenda ocorreu no clássico de ontem contra o Botafogo. O jogador, que já vinha sendo perseguido por parte da torcida por suas atuações abaixo da média, se habilitou a bater um pênalti, no início do segundo tempo, quando o time perdia o jogo por 1 a 0. Para sua infelicidade, o goleiro Renan foi bem na bola e defendeu a cobrança no canto esquerdo da sua meta, jogando de vez o ex-xodó flamenguista às feras nas arquibancadas.

O pênalti desperdiçado por Obina no clássico de ontem não foi o primeiro da temporada. O jogador já havia perdido uma cobrança contra o Bangu quando o jogo ainda estava 0 a 0, o destino, na ocasião, foi a trave. A partida de ontem foi a sétima disputada pelo Flamengo na temporada. Destas, Obina esteve em campo seis vezes e mesmo jogando no ataque não conseguiu balançar as redes uma vez sequer. Apesar de nove jogadores diferentes já terem marcado este ano, incluindo o goleiro Bruno e sua dupla principal de zaga: Fábio Luciano e Ronaldo Angelim.

Desde 2005, quando chegou à Gávea, Obina passou por várias oscilações na avaliação da torcida. Herói e vilão, anjo e demônio, eram clichês comuns ao craque. Mesmo contestado, ele acabou marcando o gol que livrou o time do rebaixamento no brasileiro do mesmo ano, em partida contra o Paraná em Curitiba. Entretanto, a maré mudou de vez para o baiano em 2006, com o golaço que abriu o caminho para o Flamengo derrotar o arqui-rival, Vasco da Gama, na final da Copa do Brasil. A partir desse episódio, Obina ganhou confiança e virou peça importante no time. Porém, logo no início de 2007 a sorte voltou a fechar as portas para ele. O atacante sofreu uma grave lesão ao marcar mais um gol contra o Vasco, e ficou um longo período afastado dos gramados.

Desde que voltou, Obina, em seus tempos áureos tido pela massa rubro-negra como melhor do que o camaronês Eto’o, não conseguiu mais ser unanimidade entre os torcedores. Toda confiança que o anjo negro conquistou na Gávea, com gols e forte carisma, foram se esvaindo aos poucos com atuações abaixo do esperado e jejuns de gols, freados vez ou outra por atuações geniais. Atualmente, Obina passa por uma das piores fases de seus quase quatro anos de clube. A torcida não o poupara antes mesmo do pênalti. Em virtude de algumas trapalhadas em campo, parte da arquibancada já o vaiava quando tinha a bola. Talvez esse fator tenha sido decisivo para que ele pedisse para efetuar a cobrança. Só um gol o devolveria a tranqüilidade e a confiança da torcida. Contudo, ele falhou e não foi perdoado. As vaias e insultos ecoaram de todas as partes do estádio, exceto da eufórica torcida do Botafogo, que ironicamente cantava seu nome.

Obina foi substituído por Josiel que marcou o gol de empate, evitando a derrota. Fica difícil, agora, saber qual será o futuro do anjo negro. Provavelmente ele não seguirá no time titular, mas deve continuar batalhando para reconquistar o amor de uma torcida que já o teve como xodó incontestável. Obina já mostrou que não tem medo de desafios e que um de seus lemas é a superação. Portanto não se espantem se, apesar da fase atual, ele voltar a brilhar com a camisa rubro-negra, arrancando novamente aplausos dos que hoje o vaiam. Afinal, o guerreiro está ferido, mas não morto.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

O DRAMA DE 1950, CONTADO POR QUEM O NARROU


O comentarista esportivo da Rádio Globo, Luiz Mendes, revela o que sentiu durante a transmissão da trágica final da Copa de 1950 e fala sobre suas impressões para 2014.


"Foi como descrever um pesadelo, daqueles que você custa a acordar", com essa frase o comentarista esportivo da Rádio Globo, Luiz Mendes, descreveu a sensação de narrar o gol do uruguaio Ghiggia em 1950, quando o Brasil perdeu a Copa do Mundo para a seleção do Uruguai em pleno Maracanã lotado. Tido como o maior desastre esportivo da história brasileira, o fatídico jogo ainda está bem vivo na mente do comunicador da Rádio Globo, mesmo 58 anos após ouvir o apito final do árbitro e desligar seu microfone.

A tarde de 16 de julho de 1950 marcou, de forma trágica, a história do nosso futebol. O Brasil, enfim, chegara ao jogo final de uma Copa do mundo com claras chances de ser campeão. Como se tratava de um quadrangular final, bastava um empate para erguer o caneco e dar a volta olímpica no maior estádio do mundo, até então. Suécia e Espanha já haviam sido batidas com extrema facilidade na fase final por contundentes 7 a 1 e 6 a 1, respectivamente. Só restava o Uruguai, parecia estar escrito que 1950 seria realmente o ano do Brasil. Só parecia.

Luiz Mendes, então locutor esportivo da Rádio Globo, narrou a partida e apesar de conhecer a força do elenco uruguaio tinha, como todo brasileiro, grande esperança no triunfo épico de nossa seleção. Contudo, acabou sendo o porta-voz de uma verdadeira tragédia nacional, pois coube a ele falar quando todo o Brasil silenciou-se. A seleção brasileira chegou a abriu o placar já no inicio do segundo tempo, com Friaça, mas permitiu a virada do Uruguai e amargou uma derrota que ainda causa dor, aos amantes do esporte e da pátria.

Atualmente, com 84 anos, Mendes ainda lembra com clareza de detalhes importantes do embate final e fala com emoção dos momentos decisivos daquela Copa. Segundo ele, os dois gols do Uruguai foram muito semelhantes: "parecia que eles estavam inventando o vídeo tape", comentou. Segundo seu relato, no primeiro gol Ghiggia fez a jogada pela esquerda e rolou para o meio da área, para Schiaffino estufar a rede e no segundo, o uruguaio fez a mesma jogada, voltou a driblar o defensor Bigode e dessa vez ao invés de chutar, teve um reflexo e enganou o goleiro Barbosa, que imaginando o novo cruzamento deu um passo para a direita e abriu um espaço na meta por onde a bola passou.

Mendes lembra que narrou o lance com riqueza de detalhes, e foi fiel aos reais acontecimentos do fato. Conta ainda que, no momento do chute fatal, ele o descreveu, mas depois travou a voz esperando o desfecho da jogada e só depois do fato consumado bradou: Gol do Uruguai. Na seqüência se perguntou, gol do Uruguai? E o próprio respondeu, sim senhores, gol do Uruguai. E, dessa forma, sem se dar conta, ele acabou dando nove entonações diferentes para a frase "gol do Uruguai". A locução deste lance é um dos grandes ícones dessa final.

O ex-locutor conta ainda que o Maracanã foi tomado por uma tristeza compatível com seu gigantesco tamanho ao término do jogo: "Todo mundo saiu em silêncio, mas você ouvia o silêncio em forma de soluço, de choro, de um desânimo total. Até as buzinas pareciam que choravam naquele dia" relata, de forma filosófica, ainda emocionado. Segundo ele, o pesadelo causado por aquele jogo o perseguiu, como a todos os brasileiros da época, até 1958 quando o Brasil, enfim, venceu sua primeira Copa do Mundo na Suécia.

O Brasil foi escolhido recentemente como sede do mundial de 2014 e terá uma nova chance de vencer a Copa do mundo em casa. Luiz Mendes, que esteve em 13 Copas, se mostra bastante otimista com essa possibilidade e afirma que o país terá melhores condições para sediar a Copa do mundo do que teve em 1950. E se ele não pôde expressar total certeza na conquista do título, foi taxativo ao opinar sobre o que espera em termos de organização do evento esportivo: "Acredito que essa Copa vai ser realizada com muita meticulosidade por parte do Brasil e dos brasileiros". Finalizou.


Foto: Glauber Tiburtino
Colaborou: Pedro Henrique Marotti

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

FALTA O CAMISA 10!

É visível que o Flamengo atravessa há algum tempo uma fase ruim dentro e fora do campo. Até a vitória por 3 a 1 sobre o Vasco, no dia 13/05, os ventos que sopravam na Gávea eram altamente favoráveis e tudo vinha dando certo para o time de Caio Júnior no campeonato brasileiro: uma boa série invicta, o artilheiro do campeonato, o melhor ataque, uma das melhores defesas e a liderança isolada a cinco pontos do segundo colocado. Fatores que colocaram o Flamengo como grande candidato ao título ao mesmo tempo em que recebia dos rivais a alcunha de “cavalo paraguaio”.

A verdade é que o tempo passou e cinco rodadas após o triunfo sobre o maior rival, o rubro-negro acumulou insucessos na competição, como uma espécie de maldição cruzmaltina. De lá para cá o time acumulou 3 derrotas (Coritiba, Vitória e Palmeiras) e 2 empates (Portuguesa e Botafogo) conseguindo apenas dois dos 15 pontos disputados. Aos poucos os rivais foram se aproximando e o time, outrora folgado na liderança, hoje ocupa a incomoda quarta colocação e já vê, inclusive a vaga para a Libertadores do ano que vem ameaçada.

Além disso, fora de campo o time perdeu os meias de ligação Renato Augusto para o futebol alemão e Marcinho, até então artilheiro do brasileirão com 7 gols, para o Qatar SC, que por muito pouco não levou também o técnico Caio Júnior. O último da leva a deixar a Gávea foi o polêmico atacante Souza que em pouco mais de um ano no clube foi do céu ao inferno diversas vezes. Para completar a maré de azar, o volante Kleberson que aos poucos vai voltando a sua melhor forma sofreu uma luxação na clavícula, após recuperar-se de uma lesão na coxa e ficará pelo menos 1 mês longe dos gramados.

Quarta à noite no Parque Antártica, o Flamengo foi novamente derrotado dessa vez por um rival direto na briga pelo título. O mais querido do Brasil até jogou bem, mas faltou uma certa agilidade e mobilidade ao meio-de-campo, além de um atacante com faro mais apurado. As oportunidades até eram criadas, porém o time por mais de uma vez errou jogadas ensaiadas evidenciando a ausência de um maestro no meio-de-campo. Ibson vem se esforçando para cumprir a missão, mas essa não é sua principal característica. O meia rende mais vindo de trás e por vezes cria-se um buraco no meio de campo, quando um dos atacantes precisa recuar para buscar jogo e outro fica isolado sendo presa fácil para os marcadores. Foi o que aconteceu no Palestra Itália, por vezes com Obina e outras com Tardelli.

O Flamengo mostrou até aqui que tem sim condições de brigar pelo seu sexto título brasileiro não fazendo – ainda – valer o rótulo de “Cavalo Paraguaio”, mas para isso precisa retomar o rumo das vitórias que marcou o inicio de sua campanha. A jornada é longa e a luta está aberta. Contudo para voltar de vez ao páreo é preciso repor as perdas com peças de qualidade. Os dirigentes rubro-negros tentam a contratação de Felipe e Vagner Love, jogadores de talento reconhecido no cenário nacional. Contudo, a janela de transferência que fecha-se no dia 04 de agosto precisa ser bem explorada pelo rubro-negro. E que a prioridade seja um meia de ligação para reorganizar o time em campo. Porque apesar de todos os problemas, até mesmo a nítida carência de atacantes, percebo que o Flamengo mais se ressente no momento da falta de um verdadeiro camisa 10!

sexta-feira, 18 de abril de 2008

RAPIDINHAS

VÔLEI
Final feminina da Super Liga de Vôlei ocorrerá neste sábado (19.04) a disputa está mais uma vez entre o Rio de Janeiro Rexona Ades e o Finasa Osasco. O grande número de jogadoras da seleção brasileira que compõem estes dois times é um dos grandes atrativos, além da participação do técnico da seleção masculina da modalidade, Bernardinho que dirige o time carioca. A entrada é franca e o jogo está marcado para 09:15 no Maracaãzinho com transmissão ao vivo da Rede Globo.
BASQUETE
O Flamengo perdeu ontem a noite a segunda partida da melhor de cinco na final da Liga Sul-Americana de basquete para o Regatas Corrientes (ARG) por 68 a 56. Com o revés o rubro-negro precisará vencer os próximos três confrontos (Dois no Rio e outro na Argentina, se necessário). Aos hermanos basta mais uma vitória nas 3 partidas que restam.
FUTEBOL CARIOCA
Botafogo e Fluminense entraram em campo nessa semana de olho na final da Taça Rio. Apesar de estarem visivelmente poupando esforços as equipes cumpriram bem seus compromissos. O Botafogo empatou com a Portuguesa no Canindé em 1 a 1 pelas oitavas de final da Copa do Brasil enquanto o Fluminense praticamente assegurou o primeiro lugar geral da primeira fase ao derrotar a LDU por 1 a 0 com gol de Cícero. Por sua vez, o Vasco bateu o Criciúma só por 1 a 0 em São Januário e irá a Santa Catarina jogar pelo empate para avançar na competição Nacional. É o futebol carioca brilhando no Brasil e na América!! Enquanto isso o Flamengo descansa e treina para as partidas decisivas do Estadual contra o sobrevivente do clássico Vovô no próximo Domingo.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

ATITUDE NA ALTITUDE

O título é bastante clichê mas se encaixa perfeitamente ao feito realizado pelo Flamengo na última quarta-feira, ao golear o anfitrião Cienciano no alto de seus 3.400 metros acima do nível do mar o clube garantiu a vaga antecipada para a fase final da competição continental.
A vitória em Cuzco foi mais importante para o Flamengo do que os frios números possam traduzir. Afinal, foi literalmente uma vitória da atitude. Envolto em uma enorme polêmica desde o desumano calvário sofrido pelo Rubro-Negro em Potosí em 2007 os dirigentes do clube da Gávea travam um duelo contra jogos em cidades acima de 2.400 metros. Todo alvoroço provocado pelo Flamengo junto a FIFA que é favorável a argumentação do clube brasileiro, não sensibilizou a Comenbol que manteve os jogos da Libertadores em cidades foras das normas de orientação da FIFA.

O problema é que o Flamengo passou a ser encarado como o grande vilão da democracia do futebol, pelos povos que vivem nestas cidades e a hostilidade aos jogadores e comissão técnica passou a ser a principal preocupação dos dirigentes do clube, durante a passagem da equipe pelo vale sagrado dos Incas. Nunca antes se falou tanto em altidude na Gávea. Se os efeitos do ar rarefeito fisicamente causam enorme fadiga, tonteira e dores de cabeça, o efeito psicológico poderia afetar ainda mais os jogadores em torno de tanto estardalhaço. Um drama estava anunciado e desenhado. O Flamengo parecia que subiria o morro de Cuzco certo de sua sentença, tamanha resistência dos rubros-negros e consequente motivação do time local. Um empate deixaria o Flamengo na briga, porém uma derrota complicaria muito a vida do clube carioca e uma vitória asseguraria sua vaga. Mas naquela altura, literalmente, quem pensaria em vitória? Eles pensaram!

Quando a bola de fato rolou e as questões políticas foram deixadas de lado, o Flamengo não tomou conhecimento do Cienciano e bateu o adversário por 3 a 0 com gols de Renato Augusto, Toró e Juan todos no segundo tempo em uma nítida percepção que os jogadores usaram bem o fôlego poupado na primeira etapa, quando o goleiro Bruno salvou o Flamengo em pelo menos duas oportunidades. Ao término da partida o Flamengo, tido na cidade como "o time que tem medo da altitude" mostrou que com atitude, garra e alguns sprays de oxigênio este time ainda pode ir muito longe nesta edição da Copa Libertadores da América.
E você? Comente sua opinião sobre a liberação de jogos nas cidades acima de 2.400 m do nível do mar. A medida seria aceitar um "doping natural" ou seguir a regra da democratização do esporte? Pronuncie-se!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

VEM PARA SOMAR??


Honestamente e particularmente, vejo com desconfiança a contratação do mais recente reforço do Flamengo para a temporada de 2008. Diego Tardelli tem sua carreira marcada pela irregularidade. De jovem promessa a garoto-problema já causou algumas confusões nos clubes pelos quais passou e nunca conseguiu firmar-se como grande ídolo de uma torcida. Agora o atacante, que foi pouco utilizado por Muricy Ramalho na vitoriosa campanha do penta São-Paulino, diz estar mais maduro e pronto para o desafio de conquistar a massa Rubro-Negra.

O problema é que antes mesmo de assinar o contrato, o jogador já havia trocado farpas com o atacante Souza, outro cabeça quente do elenco de Joel Santana. Para um time que manteve a base da temporada passada e almeja o titulo da Libertadores neste ano, não vejo essa como uma contratação ideal pois o grupo é unido e Tardelli pode encontrar dificuldades de adaptação e ficar sem ambiente no clube. Além disso, a experiência é muito importante na disputa de uma Libertadores da América, além de determinação e raça. Não sei ao certo como será a passagem do atacante pela Gávea, isso só o tempo irá dizer. Mas uma Diretoria que ventilou Ronaldo e apresenta Diego Tardelli é realmente a cara do Flamengo de alguns anos para cá.

Ao menos na chegada e apresentação sua postura foi formal e educada. Procurou Souza para aparar possíveis arestas e disse que irá se empenhar para conquistar seu lugar no grupo. O discurso, no fim foi o mesmo de sempre: “vir para somar”. Neste caso, será mesmo?...

O Retorno do Imperador

O título parece de filme e realmente a última temporada pode ser considerada um drama na vida do atacante Adriano. Após brilhar pela Seleção Brasileira na Copa América de 2005 e na Copa das Confereações em 2006 e conquistar na Itália o apelido de Imperador, o ex- morador da Vila Cruzeiro, subúrbio carioca, viveu momentos dificeis após o fiasco da Copa da Alemanha.


De lá para cá o jogador teve visivel queda de rendimento tanto na seleção quanto em seu clube, parando no banco de reservas da Inter de Milão. A perda do seu pai e a o fim do relacionamento com a mãe de seu filho, foram causas apontadas para a depressão que tomou conta do craque. Após se envolver em alguns incidentes na Itália o jogador confessou fazer uso constante de bebidas alcoólicas, fruto de seu estado emocional.


O São Paulo repatriou o atleta em meio a essa tempestade e apostou em sua recuperação. Lhe ofereceu treinamento e um contrato por empréstimo. Venceu a briga com o Flamengo e popderá contar com o jogador que chega com o status de maior astro do futebol nacional. Ontem, em sua estréia pelo tricolor, Adriano mostrou que está pronto para dar a volta por cima e em alguns momentos lembrou o auge de sua fase, como no primeiro gol no novo clube: Uma bomba de canhota fora da área, bem a sua característica logo no inicio da segunda etapa. A fase é tão boa que até de falta a bola entrou. Foi assim que Adriano chegou a artilharia da competição com 2 gols e garantiu a vitória do pentacampeão brasileiro na estréia do Campeonato Paulista (chamado pela imprensa local de Paulistão...) se continuar nesse rumo a trajetória do imperador tem tudo para seguir o caminho do triunfo e ter um final feliz.

domingo, 30 de setembro de 2007

UM FENÔMENO MUNDIAL

LUCIANO DO VALE, DA TV BANDEIRANTES, DISSE TUDO A RESPEITO DO BELÍSSIMO GOL DE MARTA, A MELHOR DO MUNDO, CONTRA OS ESTADOS UNIDOS. O TÍTULO MUNDIAL AINDA NÃO VEIO DESSA VEZ, MAS QUE FIQUE ESSA IMAGEM E A LIÇÃO QUE PRECISAMOS DAR MAIS INCENTIVO ÀS NOSSAS MENINAS, QUE VERDADEIRAMENTE HONRAM AS CORES E TRADIÇÃO DA CAMISA CANARINHO!

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

A FORÇA DO CALDEIRÃO


Na fase internacional da Copa Sulamericana entre Brasil e Argentina, o fator "casa" foi decisivo em três das quatro disputas. Apenas na peleja entre Goiás e Arsenal os anfitriões não levaram a melhor (derrota do Goiás no Serra Dourada e empate na Argentina). No entanto, nas outras disputas o time da casa sempre venceu e aqueles que decidiram a segunda partida em seus domínios avançaram revertendo situações adversas.

O primeiro feito foi do Vasco da Gama. O gigante da colina teve uma atuação apática em Lanús e foi dominado pelo time local, sofrendo o revés de 2 a 0 e ainda teve um pênalti contra, defendido por Silvio Luiz. Gol que certamente fez muita falta aos argentinos em São Januário. Afinal no caldeirão cruzmaltino, como canta sua torcida, o time de Celso Roth não deu chances para o rival e em noite de gala de Leandro Amaral venceu o jogo por 3 a 0, avançando na competição.

A vida do São Paulo foi mais difícil. O virtual campeão brasileiro de 2007 precisou ir até “La bombonera” enfrentar o atual campeão da Libertadores da América. O Boca Juniors venceu por 2 a 1, mas o gol São Paulino marcado por Borges no apagar das luzes reacendeu a esperança do tricolor paulista. O gol marcado fora de casa fez com que o gol de Aloísio no Morumbi, fosse o suficiente para eliminar os hermanos diante da torcida tricolor, em festa.

Por fim o Botafogo, e aquelas coisas que só acontecem com o Glorioso. Após um jogo eletrizante contra o River Plate, em seu novo caldeirão (O Engenhão), a vitória por 1 a 0, gol de Joilson, acabou sendo pouco pelo volume de jogo e oportunidades desperdiçadas pelo time de Cuca. Sabia-se que a tarefa no Monumental de Nunez seria muito difícil e até que não foi tanto, mas o alvinegro tratou de complicar o jogo e perder a vaga. Após estar vencendo por 1 a 0 e 2 a 1 e com um jogador a mais, o time da estrela solitária sofreu um apagão no fim da segunda etapa e acabou goleado por 4 a 2. Mesmo com a derrota por 3 a 2, o Botafogo estava se classificando até os 47 minutos do 2º tempo, quando o River marcou o gol fatal para delírio de sua apaixonada torcida.

Foi visível a força que as torcidas deram a seus times nessa fase da Copa Sulamericana. Resta saber se esse fervor foi apimentado pela velha rivalidade entre Brasil X Argentina ou se a competição, outrora sem muito prestígio, está ganhando espaço no coração dos torcedores. É esperar para ver se até o fim do campeonato a força dos caldeirões continuará decidindo as partidas e classificações.

Arte: Glauber Tiburtino

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

NO AQUECIMENTO...

Preparem-se amigos webleitores, em breve estarei entrando em campo novamente. Comentando tudo o que rola nas 4 linhas através de muitas outras!